sábado, 23 de março de 2013
quarta-feira, 20 de março de 2013
Jesus na nossa vida
Quando Jesus irrompe na vida de alguém,
interrompe a normalidade de um percurso,
e rompe essa vida em duas partes desiguais:
uma que fica para trás,
outra que se abre agora à nossa frente,
recta como uma seta directa a uma meta,
a um alvo, um objectivo intenso e claro,
tão intenso e claro que na vida de cada um
só pode haver um!
D. António Couto
terça-feira, 19 de março de 2013
Jesus dá tudo o que tem, dá a própria Vida, POR AMOR!
Dando a vida por nós Jesus quer mostrar-nos que, seja qual for a situação em que os homens se encontrarem,
Ele estará com connosco. É isto o amor!
domingo, 17 de março de 2013
Quaresma - V Domingo C
Um simples risco no chão, transforma pedras em perdão.
Depois, a sós, com a mulher, Jesus não ignora o
pecado, mas vê com amor toda a miséria e toda a sua dor. E por isso, a oferta
do perdão, destina-se a abrir-lhe um caminho novo, a oferecer uma nova
oportunidade, numa espécie de nova criação: «Nem eu te condeno. Vai e não
voltes a pecar» (Jo.8,11).
(fonte abc da
catequese- Homilias)
quinta-feira, 14 de março de 2013
Habemus Papam!
Temos Papa, é Francisco e jesuíta, tal como
os Padres desta Comunidade Paroquial
Jorge Mario Bergoglio, de 76 anos, jesuíta,
foi até agora arcebispo de Buenos Aires
Irmãos e irmãs, boa-noite!
Vós sabeis que o dever do Conclave era dar um Bispo a Roma. Parece que os
meus irmãos Cardeais tenham ido buscá-lo quase ao fim do mundo… Eis-me aqui!
Agradeço-vos o acolhimento: a comunidade diocesana de Roma tem o seu Bispo.
Obrigado! E, antes de mais nada, quero fazer uma oração pelo nosso Bispo
emérito Bento XVI. Rezemos todos juntos por ele, para que o Senhor o abençoe
e Nossa Senhora o guarde.
[Recitação do Pai Nosso, Ave Maria e Glória ao Pai]
E agora iniciamos este caminho, Bispo e povo... este caminho da Igreja de
Roma, que é aquela que preside a todas as Igrejas na caridade. Um caminho de
fraternidade, de amor, de confiança entre nós. Rezemos sempre uns pelos outros.
Rezemos por todo o mundo, para que haja uma grande fraternidade. Espero que este
caminho de Igreja, que hoje começamos e no qual me ajudará o meu Cardeal
Vigário, aqui presente, seja frutuoso para a evangelização desta cidade tão
bela!
E agora quero dar a Bênção, mas antes… antes, peço-vos um favor: antes de
o Bispo abençoar o povo, peço-vos que rezeis ao Senhor para que me abençoe a
mim; é a oração do povo, pedindo a Bênção para o seu Bispo. Façamos em silêncio
esta oração vossa por mim.
[…]
Agora dar-vos-ei a Bênção, a vós e a todo o mundo, a todos os homens e
mulheres de boa vontade.
[Bênção]
Irmãos e irmãs, tenho de vos deixar. Muito obrigado pelo acolhimento!
Rezai por mim e até breve! Ver-nos-emos em breve: amanhã quero ir rezar aos pés
de Nossa Senhora, para que guarde Roma inteira. Boa noite e bom descanso!
Francisco
segunda-feira, 11 de março de 2013
Encontro
Como foi anunciado, nos últimos
dois fins-de-semana, amanhã teremos entre nós o Padre Nuno Tovar de
Lemos, Jesuíta, que tem uma grande experiência de trabalho e
acompanhamento de jovens, em várias partes do nosso país. Ele é também o
autor do livro: "O Príncipe e a lavadeira". Para além disso é um bom
comunicador.
Será terça-feira dia 12, às
21:00, nas instalações da Igreja de Santiago. Ele vai-nos falar entre
outras coisas, de como podemos descobrir a nossa vocação, o que queremos ser e
fazer na vida, e como outros nos podem ajudar e também nós podemos ajudar
outros.
Para vós, jovens, que estão em
idades de grandes e importantes decisões da vossa vida, como por exemplo: o curso que quero fazer na universidade, por que tipo ou género de vida quero
optar, enveredar, escolher, etc... Como posso perceber a presença de Deus na
minha vida, o que é que Ele espera de mim? Como posso estar atento aos seus
sinais no meu dia-a-dia...?
Estas ou / e outras questões
poderão ser abordadas neste nosso Encontro.
Faz um esforço e aparece!
Contamos contigo!
P. Hermínio Vitorino, sj
domingo, 10 de março de 2013
Quaresma - IVDomingo C
Olhar para o Pai
(…) Que haverá na figura do pai? Porque prestamos tanta atenção aos filhos? O pai não será afinal o centro, aquele com quem me hei-de identificar? Porquê falar tanto em ser como os filhos se a pergunta-chave é: queres ser como o pai? Se alguém puder dizer: "Estes filhos são como eu" sente-se bem, sente-se compreendido. Mas se dissesse: "o pai é como eu", que sentiria? Quererei ser, não só como aquele que é perdoado, mas também como quem perdoa; não só como aquele a quem se dão as boas-vindas, mas também como quem as dá; não só como quem recebe misericórdia, mas também como quem a dá?
(…) Jesus descreve a misericórdia de Deus não só para me mostrar o que Deus sente por mim, ou para me perdoar os pecados e oferecer-me uma vida nova e muita felicidade, mas para me convidar a ser como Deus, a ser tão misericordioso para com os outros como Ele é para comigo. Se o único sentido da história fosse: toda a gente peca, mas Deus perdoa, muito facilmente começaria a pensar nos meus pecados como sendo uma bela ocasião para Deus me dar o seu perdão. Vistas assim as coisas, nem sequer haveria lugar para um autêntico desafio. Resignar-me-ia a ser fraco e ficaria à espera de que Deus acabasse por fechar os olhos aos meus pecados e me deixasse entrar em casa, fosse o que fosse que tivesse feito. Tal mensagem, porém, tão sentimental e romântica, não é a mensagem do Evangelho.
De facto, sou chamado a reconhecer a verdade a meu respeito: quer seja o filho mais novo, quer o mais velho, sou filho do meu Pai misericordioso. Sou herdeiro (Rom 8, 16-17). Assim, sendo filho e herdeiro, sou também sucessor. Estou destinado a assumir o lugar do Pai e a oferecer a outros a mesma compaixão que Ele me oferece. O regresso ao Pai é um desafio para que me transforme no Pai.
(…) A paternidade espiritual nada tem a ver com poder e controlo. É uma paternidade misericordiosa.
(…) O pai do filho pródigo não vive preocupado consigo mesmo. A sua vida tão cheia de sofrimento, fez dele um homem sem nenhuma vontade de controlar. Os filhos são a sua única preocupação: quer dar-se-lhes completamente e renuncia a tudo o resto.
Serei capaz de dar sem nada pedir em troca, amar sem pôr condições ao amor? Ao verificar a necessidade que tenho de ser reconhecido e apreciado, dou conta do duro combate que preciso de travar. Mas estou convencido de que, sempre que conseguir vencer essa necessidade e agir livremente, a minha vida dará os frutos do Espírito de Deus.
(De "O Regresso do Filho Pródigo" - Henri Nouwen)
Postado por
Paróquia de S. Pedro
às
19:26:00
domingo, 3 de março de 2013
Quaresma - III Domingo C
Jesus começa
a falar uma nova linguagem.
Há que
proclamar a todos a nova notícia.
O povo deve
converter-se,
mas a
conversão não consiste em preparar-se para o juízo,
consiste em
“entrar” no “reino de Deus” e acolher o seu perdão salvador.
O povo deve
escutar agora a Boa Notícia.
Com Jesus
tudo começa a ser diferente.
O temor ao
juízo afasta o gozo de acolher Deus, amigo da vida.
Tudo começa
a falar da proximidade de Deus.
Jesus
convida à total confiança no Deus Pai.
A sua
palavra faz-se poesia.
José
Antonio Pagola.
“Jesús:
aproximación histórica”
terça-feira, 26 de fevereiro de 2013
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