quarta-feira, 20 de março de 2013

Jesus na nossa vida



Quando Jesus irrompe na vida de alguém,
interrompe a normalidade de um percurso,
e rompe essa vida em duas partes desiguais:
uma que fica para trás,
outra que se abre agora à nossa frente,
recta como uma seta directa a uma meta,
a um alvo, um objectivo intenso e claro,
tão intenso e claro que na vida de cada um
só pode haver um!

D. António Couto    


terça-feira, 19 de março de 2013

Jesus dá tudo o que tem, dá a própria Vida, POR AMOR!

Dando a vida por nós Jesus quer mostrar-nos que, seja qual for a situação em que os homens se encontrarem, Ele estará com connosco. É isto o amor!


domingo, 17 de março de 2013

Quaresma - V Domingo C

Um simples risco no chão, transforma pedras em perdão.

                                        
A sentença de Jesus põe fim ao julgamento popular de uma mulher indefesa, num crime público, e em directo, de que aliás, se desconhece o principal cúmplice. Em vez da justiça que vem da Lei, escrita em tábuas de pedra, Jesus escreve com o dedo no chão, e dita a sentença cordial: «Quem de entre vós estiver sem pecado, atire a primeira pedra» (Jo.8,7). 
Depois, a sós, com a mulher, Jesus não ignora o pecado, mas vê com amor toda a miséria e toda a sua dor. E por isso, a oferta do perdão, destina-se a abrir-lhe um caminho novo, a oferecer uma nova oportunidade, numa espécie de nova criação: «Nem eu te condeno. Vai e não voltes a pecar» (Jo.8,11). 


(fonte abc da catequese- Homilias)

quinta-feira, 14 de março de 2013

Francisco I: biografia breve | Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura

Francisco I: biografia breve | Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura

Habemus Papam!


Temos Papa, é Francisco e jesuíta, tal como os Padres desta Comunidade Paroquial



                         Jorge Mario Bergoglio, de 76 anos, jesuíta, 
foi até agora arcebispo de Buenos Aires


Irmãos e irmãs, boa-noite!
Vós sabeis que o dever do Conclave era dar um Bispo a Roma. Parece que os meus irmãos Cardeais tenham ido buscá-lo quase ao fim do mundo… Eis-me aqui! Agradeço-vos o acolhimento: a comunidade diocesana de Roma tem o seu Bispo. Obrigado! E, antes de mais nada, quero fazer uma oração pelo nosso Bispo emérito Bento XVI. Rezemos todos juntos por ele, para que o Senhor o abençoe e Nossa Senhora o guarde.

[Recitação do Pai Nosso, Ave Maria e Glória ao Pai]

E agora iniciamos este caminho, Bispo e povo... este caminho da Igreja de Roma, que é aquela que preside a todas as Igrejas na caridade. Um caminho de fraternidade, de amor, de confiança entre nós. Rezemos sempre uns pelos outros. Rezemos por todo o mundo, para que haja uma grande fraternidade. Espero que este caminho de Igreja, que hoje começamos e no qual me ajudará o meu Cardeal Vigário, aqui presente, seja frutuoso para a evangelização desta cidade tão bela!
E agora quero dar a Bênção, mas antes… antes, peço-vos um favor: antes de o Bispo abençoar o povo, peço-vos que rezeis ao Senhor para que me abençoe a mim; é a oração do povo, pedindo a Bênção para o seu Bispo. Façamos em silêncio esta oração vossa por mim.

[…]

Agora dar-vos-ei a Bênção, a vós e a todo o mundo, a todos os homens e mulheres de boa vontade.

[Bênção]

Irmãos e irmãs, tenho de vos deixar. Muito obrigado pelo acolhimento! Rezai por mim e até breve! Ver-nos-emos em breve: amanhã quero ir rezar aos pés de Nossa Senhora, para que guarde Roma inteira. Boa noite e bom descanso!

Francisco



segunda-feira, 11 de março de 2013

Encontro



Como foi anunciado, nos últimos dois fins-de-semana, amanhã teremos entre nós o Padre Nuno Tovar de Lemos, Jesuíta, que tem uma grande experiência de trabalho e acompanhamento de jovens, em várias partes do nosso país. Ele é também o autor do livro: "O Príncipe e a lavadeira". Para além disso é um bom comunicador.
Será terça-feira dia 12, às 21:00, nas instalações da Igreja de Santiago. Ele vai-nos falar entre outras coisas, de como podemos descobrir a nossa vocação, o que queremos ser e fazer na vida, e como outros nos podem ajudar e também nós podemos ajudar outros.  
Para vós, jovens, que estão em idades de grandes e importantes decisões da vossa vida, como por exemplo: o curso que quero fazer na universidade, por que tipo ou género de vida quero optar, enveredar, escolher, etc... Como posso perceber a presença de Deus na minha vida, o que é que Ele espera de mim? Como posso estar atento aos seus sinais no meu dia-a-dia...?
Estas ou / e outras questões poderão ser abordadas neste nosso Encontro.
Faz um esforço e aparece! Contamos contigo!

P. Hermínio Vitorino, sj

domingo, 10 de março de 2013

Quaresma - IVDomingo C

Olhar para o Pai




(…) Que haverá na figura do pai? Porque prestamos tanta atenção aos filhos? O pai não será afinal o centro, aquele com quem me hei-de identificar? Porquê falar tanto em ser como os filhos se a pergunta-chave é: queres ser como o pai? Se alguém puder dizer: "Estes filhos são como eu" sente-se bem, sente-se compreendido. Mas se dissesse: "o pai é como eu", que sentiria? Quererei ser, não só como aquele que é perdoado, mas também como quem perdoa; não só como aquele a quem se dão as boas-vindas, mas também como quem as dá; não só como quem recebe misericórdia, mas também como quem a dá?

(…) Jesus descreve a misericórdia de Deus não só para me mostrar o que Deus sente por mim, ou para me perdoar os pecados e oferecer-me uma vida nova e muita felicidade, mas para me convidar a ser como Deus, a ser tão misericordioso para com os outros como Ele é para comigo. Se o único sentido da história fosse: toda a gente peca, mas Deus perdoa, muito facilmente começaria a pensar nos meus pecados como sendo uma bela ocasião para Deus me dar o seu perdão. Vistas assim as coisas, nem sequer haveria lugar para um autêntico desafio. Resignar-me-ia a ser fraco e ficaria à espera de que Deus acabasse por fechar os olhos aos meus pecados e me deixasse entrar em casa, fosse o que fosse que tivesse feito. Tal mensagem, porém, tão sentimental e romântica, não é a mensagem do Evangelho.

De facto, sou chamado a reconhecer a verdade a meu respeito: quer seja o filho mais novo, quer o mais velho, sou filho do meu Pai misericordioso. Sou herdeiro (Rom 8, 16-17). Assim, sendo filho e herdeiro, sou também sucessor. Estou destinado a assumir o lugar do Pai e a oferecer a outros a mesma compaixão que Ele me oferece. O regresso ao Pai é um desafio para que me transforme no Pai.

(…) A paternidade espiritual nada tem a ver com poder e controlo. É uma paternidade misericordiosa.

(…) O pai do filho pródigo não vive preocupado consigo mesmo. A sua vida tão cheia de sofrimento, fez dele um homem sem nenhuma vontade de controlar. Os filhos são a sua única preocupação: quer dar-se-lhes completamente e renuncia a tudo o resto.

Serei capaz de dar sem nada pedir em troca, amar sem pôr condições ao amor? Ao verificar a necessidade que tenho de ser reconhecido e apreciado, dou conta do duro combate que preciso de travar. Mas estou convencido de que, sempre que conseguir vencer essa necessidade e agir livremente, a minha vida dará os frutos do Espírito de Deus.

(De "O Regresso do Filho Pródigo" - Henri Nouwen)

domingo, 3 de março de 2013

Quaresma - III Domingo C




Jesus começa a falar uma nova linguagem.
Há que proclamar a todos a nova notícia.
O povo deve converter-se,
mas a conversão não consiste em preparar-se para o juízo,
consiste em “entrar” no “reino de Deus” e acolher o seu perdão salvador.
O povo deve escutar agora a Boa Notícia.
Com Jesus tudo começa a ser diferente.
O temor ao juízo afasta o gozo de acolher Deus, amigo da vida.
Tudo começa a falar da proximidade de Deus.
Jesus convida à total confiança no Deus Pai.
A sua palavra faz-se poesia.

José Antonio Pagola.
“Jesús: aproximación histórica”

Imagem: a artre de Rupnik