sábado, 11 de maio de 2013
segunda-feira, 6 de maio de 2013
VI Domingo da Páscoa - Todo AMOR vem do Pai
O Pai amou tanto
o mundo, que lhe deu o Seu Filho Jesus
Jesus respondeu-lhe: «Se alguém
Me ama, guardará a Minha palavra e Meu Pai o amará, e Nós viremos a ele, e
faremos nele a Nossa morada. Quem não Me ama não observa as Minhas palavras. E
a palavra que ouvistes não é Minha, mas do Pai que Me enviou. «Disse-vos estas
coisas, estando convosco. Mas o Paráclito, o Espírito Santo, que o Pai enviará
em Meu nome, vos ensinará todas as coisas, e vos recordará tudo o que vos
disse. «Deixo-vos a paz, dou-vos a Minha paz; não vo-la dou como a dá o mundo.
Não se perturbe o vosso coração, nem se assuste. Ouvistes que Eu vos disse: Vou
e voltarei a vós. Se vós Me amásseis, certamente vos alegraríeis de Eu ir para
o Pai, porque o Pai é maior do que Eu. Eu vo-lo disse agora, antes que
aconteça, para que, quando acontecer, acrediteis.
Jo 14, 23-29
sexta-feira, 26 de abril de 2013
Concerto - Dia da Mãe
No
dia 5 de Maio - Domingo e Dia da Mãe - haverá às 21: 00 horas, um concerto na Igreja de S. Tiago, pela
Academia de Música e Dança do Fundão.
Tod@s
são bem vindos
Postado por
Paróquia de S. Pedro
às
14:36:00
domingo, 21 de abril de 2013
IV Domingo da Páscoa
«Disse Jesus: «As minhas ovelhas escutam a minha voz. Eu conheço
as minhas ovelhas e elas seguem-Me. Eu dou-lhes a vida eterna e nunca hão-de
perecer e ninguém as arrebatará da minha mão. Meu Pai, que Mas deu, é maior do
que todos e ninguém pode arrebatar nada da mão do Pai. Eu e o Pai somos um só».
Na figura do Bom Pastor podemos ver um Deus que
nos guia e nos conduz, nos reúne e conhece cada um pelo nome. Este Pastor é Jesus que dá a Vida e se oferece por nós.
Cristo Ressuscitado é o Pastor que
dá a vida e é a porta para a vida… É necessário é saber distinguir a Sua voz no meio de tantas palavras, vozes
e ruídos… E para a escutarmos precisamos de
estar atentos à nossa voz interior.
Necessitamos
de recuperar a capacidade de escuta, ouvir a voz de Jesus e construir o lugar
para a Sua mensagem na nossa vida. Só Ele satisfaz o desejo profundo de cada
pessoa pois só Ele é Fonte da vida verdadeira e da felicidade que não terá fim.
Peçamos ao Senhor a graça de saber reconhecer a voz do Bom Pastor no
meio de outras vozes que muitas vezes nos aparecem como alternativas de
felicidade.
Eu conheço as minhas ovelhas e elas seguem-Me...
segunda-feira, 15 de abril de 2013
III Domingo da Páscoa
Algum tempo depois, Jesus apareceu outra vez aos discípulos, junto ao lago de
Tiberíades, e manifestou-se deste modo: estavam juntos Simão Pedro, Tomé, a quem chamavam o Gémeo, Natanael,
de Caná da Galileia, os filhos de Zebedeu e outros dois discípulos. Disse-lhes Simão Pedro: «Vou pescar.» Eles responderam-lhe: «Nós
também vamos contigo.» Saíram e subiram para o barco, mas naquela noite não
apanharam nada. Ao romper do dia, Jesus apresentou-se na
margem, mas os discípulos não sabiam que era Ele. Jesus
disse-lhes, então: «Rapazes, tendes alguma coisa para comer?» Eles
responderam-lhe: «Não.» Disse-lhes Ele: «Lançai a rede para
o lado direito do barco e haveis de encontrar.»
Lançaram-na e,
devido à grande quantidade de peixes, já não tinham forças para a
arrastar. Então, o discípulo que Jesus amava disse a Pedro:
«É o Senhor!» Simão Pedro, ao ouvir que era o Senhor, apertou a capa, porque
estava sem mais roupa, e lançou-se à água. Os outros
discípulos vieram no barco, puxando a rede com os peixes; com efeito, não
estavam longe da terra, mas apenas a uns noventa metros.
Ao saltarem para
terra, viram umas brasas preparadas com peixe em cima e pão.
Jesus disse-lhes: «Trazei dos peixes que apanhastes agora.» Simão
Pedro subiu à barca e puxou a rede para terra, cheia de peixes grandes: cento e
cinquenta e três. E, apesar de serem tantos, a rede não se rompeu.
Disse-lhes Jesus: «Vinde almoçar.» E nenhum dos discípulos se atrevia a
perguntar-lhe: «Quem és Tu?», porque bem sabiam que era o Senhor. Jesus aproximou-se, tomou o pão e deu-lho, fazendo o mesmo com o
peixe.
Esta já foi a
terceira vez que Jesus apareceu aos seus discípulos, depois de ter ressuscitado
dos mortos.
Depois de terem
comido, Jesus perguntou a Simão Pedro: «Simão, filho de João, tu amas-me mais
do que estes?» Pedro respondeu: «Sim, Senhor, Tu sabes que eu sou deveras teu
amigo.» Jesus disse-lhe: «Apascenta os meus cordeiros.» Voltou
a perguntar-lhe uma segunda vez: «Simão, filho de João, tu amas-me?» Ele
respondeu: «Sim, Senhor, Tu sabes que eu sou deveras teu amigo.» Jesus
disse-lhe: «Apascenta as minhas ovelhas.» E perguntou-lhe,
pela terceira vez: «Simão, filho de João, tu és deveras meu amigo?» Pedro ficou
triste por Jesus lhe ter perguntado, à terceira vez: 'Tu és deveras meu amigo?'
Mas respondeu-lhe: «Senhor, Tu sabes tudo; Tu bem sabes que eu sou deveras teu
amigo!» E Jesus disse-lhe: «Apascenta as minhas ovelhas. Em
verdade, em verdade te digo: quando eras mais novo, tu mesmo atavas o cinto e
ias para onde querias; mas, quando fores velho, estenderás as mãos e outro te
há-de atar o cinto e levar para onde não queres.» E disse isto
para indicar o género de morte com que ele havia de dar glória a Deus. Depois
destas palavras, acrescentou: «Segue-me!»
Jo 21,
1-19
domingo, 7 de abril de 2013
II Domingo da Páscoa
Tomé, um dos Doze, chamado Dídimo, não estava
com eles quando veio Jesus. Disseram-lhe os outros discípulos: «Vimos o
Senhor». Mas ele respondeu-lhes: «Se não vir nas suas mãos o sinal dos cravos,
se não meter o dedo no lugar dos cravos e a mão no seu lado, não acreditarei».
Oito dias depois, estavam os discípulos outra vez em casa e Tomé com eles. Veio
Jesus, estando as portas fechadas, apresentou-Se no meio deles e disse: «A paz
esteja convosco». Depois disse a Tomé: «Põe aqui o teu dedo e vê as minhas
mãos; aproxima a tua mão e mete-a no meu lado; e não sejas incrédulo, mas
crente». Tomé respondeu-Lhe: «Meu Senhor e meu Deus!». Disse-lhe Jesus: «Porque
Me viste acreditaste: felizes os que acreditam sem terem visto». (do Evangelho de S. João)
Viste o Senhor?
Onde, quando, e quem o viu? A quem o conto?
É uma sorte e
alívio que no Evangelho apareçam pessoas como Tomé, pessoas que duvidam, que
têm dificuldades com a fé. É fácil identificarmo-nos com ele.
Às vezes a nossa fé
quer certezas – ver e tocar -, convencer-nos pela própria experiência mais do
que para outras pessoas.
Nesses momentos
tranquilizar-nos-á recordar que “a fé é a capacidade de suportar as dúvidas”.
(Cardeal Newman)
domingo, 31 de março de 2013
Ressuscitou o Senhor Jesus
Pintura de Giotto
Aleluia! Aleluia! Alegremo-nos e rejubilemos porque Ele está
Vivo, no meio de nós! Uma Feliz Páscoa plena dos dons de Jesus Ressuscitado!
A Comunidade Jesuíta
Mensagem de Páscoa
Amados irmãos e irmãs de Roma e do mundo inteiro, boa Páscoa!
Que grande alegria é para mim poder dar-vos este anúncio:
Cristo ressuscitou! Queria que chegasse a cada casa, a cada família e,
especialmente onde há mais sofrimento, aos hospitais, às prisões...
Sobretudo queria que chegasse a todos os corações, porque é
lá que Deus quer semear esta Boa Nova: Jesus ressuscitou, uma esperança
despertou para ti, já não estás sob o domínio do pecado, do mal! Venceu o amor,
venceu a misericórdia!
Também nós, como as mulheres discípulas de Jesus que foram ao
sepulcro e o encontraram vazio, nos podemos interrogar que sentido tenha este
acontecimento (cf. Lc 24, 4). Que significa o fato de Jesus ter ressuscitado?
Significa que o amor de Deus é mais forte que o mal e a própria morte;
significa que o amor de Deus pode transformar a nossa vida, fazer florir
aquelas parcelas de deserto que ainda existem no nosso coração.
Este mesmo amor pelo qual o Filho de Deus Se fez homem e
prosseguiu até ao extremo no caminho da humildade e do dom de Si mesmo, até a
morada dos mortos, ao abismo da separação de Deus, este mesmo amor
misericordioso inundou de luz o corpo morto de Jesus e transfigurou-o, o fez
passar à vida eterna. Jesus não voltou à vida que tinha antes, à vida terrena,
mas entrou na vida gloriosa de Deus e o fez com a nossa humanidade, abrindo-nos
um futuro de esperança.
Eis o que é a Páscoa: é o êxodo, a passagem do homem da
escravidão do pecado, do mal, à liberdade do amor, do bem. Porque Deus é vida,
somente vida, e a sua glória é o homem vivo (cf. Ireneu, Adversus haereses, 4,
20, 5-7).
Amados irmãos e irmãs, Cristo morreu e ressuscitou de uma vez
para sempre e para todos, mas a força da Ressurreição, esta passagem da
escravidão do mal à liberdade do bem, deve realizar-se em todos os tempos, nos
espaços concretos da nossa existência, na nossa vida de cada dia. Quantos
desertos tem o ser humano de atravessar ainda hoje! Sobretudo o deserto que
existe dentro dele, quando falta o amor a Deus e ao próximo, quando falta a
consciência de ser guardião de tudo o que o Criador nos deu e continua a dar.
Mas a misericórdia de Deus pode fazer florir mesmo a terra mais árida, pode
devolver a vida aos ossos ressequidos (cf. Ez 37, 1-14).
Eis, portanto, o convite que dirijo a todos: acolhamos a
graça da Ressurreição de Cristo! Deixemo-nos renovar pela misericórdia de Deus,
deixemo-nos amar por Jesus, deixemos que a força do seu amor transforme também
a nossa vida, tornando-nos instrumentos desta misericórdia, canais através dos
quais Deus possa irrigar a terra, guardar a criação inteira e fazer florir a
justiça e a paz.
E assim, a Jesus ressuscitado que transforma a morte em vida,
peçamos para mudar o ódio em amor, a vingança em perdão, a guerra em paz. Sim,
Cristo é a nossa paz e, por seu intermédio, imploramos a paz para o mundo
inteiro.
Paz para o Médio Oriente, especialmente entre
israelitas e palestinos, que sentem dificuldade em encontrar a estrada da
concórdia, a fim de que retomem, com coragem e disponibilidade, as negociações
para pôr termo a um conflito que já dura há demasiado tempo. Paz no Iraque,
para que cesse definitivamente toda a violência, e sobretudo para a amada
Síria, para a sua população vítima do conflito e para os numerosos refugiados,
que esperam ajuda e conforto. Já foi derramado tanto sangue… Quantos
sofrimentos deverão ainda atravessar antes de se conseguir encontrar uma
solução política para a crise?
Paz para a África, cenário ainda de sangrentos conflitos: no
Mali, para que reencontre unidade e estabilidade; e na Nigéria, onde
infelizmente não cessam os atentados, que ameaçam gravemente a vida de tantos
inocentes, e onde não poucas pessoas, incluindo crianças, são mantidas como
reféns por grupos terroristas. Paz no leste da República Democrática do Congo e
na República Centro-Africana, onde muitos se veem forçados a deixar as suas
casas e vivem ainda no medo.
Paz para a Ásia, sobretudo na península coreana, para que
sejam superadas as divergências e amadureça um renovado espírito de
reconciliação.
Paz para o mundo inteiro, ainda tão dividido pela ganância de
quem procura lucros fáceis, ferido pelo egoísmo que ameaça a vida humana e a
família – um egoísmo que faz continuar o tráfico de pessoas, a escravatura mais
extensa neste século vinte e um. Paz para todo o mundo dilacerado pela
violência ligada ao narcotráfico e por uma iníqua exploração dos recursos
naturais. Paz para esta nossa Terra! Jesus ressuscitado leve conforto a quem é
vítima das calamidades naturais e nos torne guardiões responsáveis da criação.
Amados irmãos e irmãs, originários de Roma ou de qualquer
parte do mundo, a todos vós que me ouvis, dirijo este convite do Salmo 117:
«Dai graças ao Senhor, porque Ele é bom, porque é eterno o seu amor. Diga a
casa de Israel: É eterno o seu amor» (vv. 1-2).
Mensagem de Páscoa do Papa Francisco
sábado, 30 de março de 2013
O silêncio de Sábado Santo
Sábado Santo
O sábado santo não é
apenas um dia imenso: é um dia que nos imensa. Aparentemente representa
uma espécie de intervalo entre as palavras finais de Jesus pronunciadas na
sexta-feira santa, "tudo está consumado", e a Insurreição da vida
que, na manhã da Páscoa, que ele mesmo protagoniza. O sábado tem assim um
silêncio que não se sabe bem se é ainda o da pedra colocada sobre o túmulo, ou
se é já aquele misterioso silêncio que prepara "o grande
levantamento" que a ressurreição significa. Este "intervalo",
esta terra de ninguém, este tempo amassado entre derrotas e esperança, entre
provação e júbilo é o da nossa vida. O silêncio do sábado santo é o nosso
silêncio que Jesus abraça. O silêncio dos impasses, das travessias, dos
sofrimentos, das íntimas transformações. Jesus abraça o silêncio desta sôfrega
indefinição que somos entre já e ainda não.
sexta-feira, 29 de março de 2013
A Cruz que anuncia a Vida
«Cantai sem medo! A cruz foi no calvário
que Deus a ergueu, como a anunciar a vida!»
Pedro Homem de Mello
que Deus a ergueu, como a anunciar a vida!»
Pedro Homem de Mello
Jesus morre na Cruz
Do alto da cruz, um grito! Grito de abandono no momento da morte, grito de
confiança no sofrimento, grito do parto de uma nova vida. Vemo-Vos, suspenso na
Árvore da Vida, entregar o vosso espírito nas mãos do Pai, fazendo jorrar a
vida em abundância e moldando a nova criatura.
Hoje, também nós enfrentamos os desafios deste mundo: sentimos que as ondas
das preocupações nos submergem e fazem vacilar a nossa confiança. Senhor,
reforçai intimamente a nossa certeza de que, enquanto repousarmos nas mãos que
nos formaram e acompanham, nenhuma morte nos vencerá.
E possa cada um de nós exclamar: «Ontem, estava crucificado com Cristo,
hoje, estou glorificado com Ele.
Ontem, estava morto com Ele,
hoje, estou vivo com Ele.
Ontem, estava sepultado com Ele,
hoje, ressuscitei com Ele»
hoje, estou glorificado com Ele.
Ontem, estava morto com Ele,
hoje, estou vivo com Ele.
Ontem, estava sepultado com Ele,
hoje, ressuscitei com Ele»
(Gregório Nazianzeno).
Nas trevas das nossas noites,
nós Vos contemplamos.
Ensinai-nos a dirigirmo-nos ao Altíssimo,
ao vosso Pai celestial.
Hoje rezamos
para que todos aqueles que promovem o aborto
tomem consciência de que o amor
só pode ser fonte da vida.
Pensamos também nos defensores da eutanásia
e naqueles que incentivam
técnicas e procedimentos
que colocam em perigo a vida humana.
Abri os seus corações,
para que Vos conheçam de verdade,
para que se comprometam na construção
da civilização da vida e do amor.
Amen.
nós Vos contemplamos.
Ensinai-nos a dirigirmo-nos ao Altíssimo,
ao vosso Pai celestial.
Hoje rezamos
para que todos aqueles que promovem o aborto
tomem consciência de que o amor
só pode ser fonte da vida.
Pensamos também nos defensores da eutanásia
e naqueles que incentivam
técnicas e procedimentos
que colocam em perigo a vida humana.
Abri os seus corações,
para que Vos conheçam de verdade,
para que se comprometam na construção
da civilização da vida e do amor.
Amen.
Excertos da Via Sacra presidida
em Roma pelo papa Francisco.
As meditações foram redigidas por
jovens libaneses.
Foto: Sandra Soares
Postado por
Paróquia de S. Pedro
às
23:00:00
quinta-feira, 28 de março de 2013
Quinta-feira Santa
… «Levantou-se
da mesa, depôs as suas vestes e, pegando numa toalha, cingiu-se com ela. Em
seguida, deitou água numa bacia e começou a lavar os pés aos discípulos e a
enxugá-los com a toalha. Depois de lhes lavar os pés e tomar as suas vestes,
sentou-se novamente à mesa e perguntou-lhes: Sabeis o que vos fiz? Vós chamais-me
Mestre e Senhor, e dizeis bem, porque o sou. Sendo eu vosso Senhor e Mestre,
vos lavei os pés, também vós deveis lavar-vos os pés uns aos outros. Dei-vos o
exemplo para que, como eu vos fiz, assim façais também vós.
Hoje fizemos memória da Última Ceia de Jesus
e do momento em que Ele se levanta da mesa, se ajoelha e debruça sobre os seus
discípulos, a quem lava os pés num gesto de humildade e generosidade.
Dá-nos assim o grande exemplo de serviço e
leva-nos a desejar… “Em tudo Amar e servir” (santo Inácio de Loyola)
Postado por
Paróquia de S. Pedro
às
23:50:00
Assinar:
Postagens (Atom)








