quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

«O povo que andava nas trevas viu uma grande luz»


«Sois imenso, e fizestes-vos pequenino; sois rico, e fizestes-vos pobre; sois omnipotente, e fizestes-vos frágil

«O povo que andava nas trevas viu uma grande luz» (Is 9, 1). Esta profecia de Isaías não cessa de nos comover, especialmente quando a ouvimos na liturgia da Noite de Natal. E não se trata apenas de um facto emotivo, sentimental; comove-nos, porque exprime a realidade profunda daquilo que somos: somos povo em caminho, e ao nosso redor – mas também dentro de nós – há trevas e luz. E nesta noite, enquanto o espírito das trevas envolve o mundo, renova-se o acontecimento que sempre nos maravilha e surpreende: o povo em caminho vê uma grande luz. Uma luz que nos faz refletir sobre este mistério: o mistério do andar e do ver. 

Papa Francisco (extrato)
Homilia na primeira missa de Natal como Bispo de Roma
Vaticano, 24.12.2013

 

domingo, 22 de dezembro de 2013

IV Domingo de Advento


«18Ora, o nascimento de Jesus Cristo foi assim: Maria, sua mãe, estava desposada com José; antes de coabitarem, notou-se que tinha concebido pelo poder do Espírito Santo. 19José, seu esposo, que era um homem justo e não queria difamá-la, resolveu deixá-la secretamente.
20Andando ele a pensar nisto, eis que o anjo do Senhor lhe apareceu em sonhos e lhe disse: «José, filho de David, não temas receber Maria, tua esposa, pois o que ela concebeu é obra do Espírito Santo. 21Ela dará à luz um filho, ao qual darás o nome de Jesus, porque Ele salvará o povo dos seus pecados.» Mt 1, 18-21

A experiência de José pode ser a nossa. O Anjo nos diz, também a nós: Não tenhais medo de tomar o Menino e a Mãe em vossa CASA. Daqui, Jesus quer salvar a Humanidade.

O Anjo do Advento

Venha o teu anjo abrir de novo estas portas
ao anúncio da vida pura e repentina
que eleva os nossos dias mesmo baços
à altura da promessa

Venha o teu anjo restabelecer o alfabeto censurado
ensaiar a dança que os gestos ignoram
Venha apontar o dia límpido, só pelo azul esclarecido
desprender-nos da cinza do desânimo e do sono
guiar-nos para lá das fronteiras

Venha o teu anjo nomear o que trazemos
e passa de um dia para outro sempre adiado
Venha redizer o corpo inacabado
Este reticente modo de habitação
ainda à espera do seu nascer verdadeiro
P. José Tolentino Mendonça

                           Oração para a Noite de Natal


 (Uma vela acesa no centro da mesa e uma pequena imagem do Menino Jesus) 

Menino Jesus:
Ajuda-nos a viver com toda a nossa alma
o mistério profundo do teu Natal.

Põe no coração de todos nós
essa paz que, às vezes, procuramos
tão duramente e que só Tu podes dar.

Ajuda-nos a conhecer-Te melhor
e a viver fraternalmente
como membros de uma só família.

Mostra-nos a tua beleza.
Desperta em nossos corações
sentimentos de gratidão pela tua infinita
bondade.

Guia-nos pela tua estrela
para Te levarmos aos outros.
Une-nos a todos na tua caridade
e dá-nos a tua paz.

 Ámen.

A Igreja que hoje refaz e se refaz no presépio   
«Hoje, imagino a Igreja como um presépio lugar humano onde, em palavras e gestos, em arte e pensamento, se dá e se acompanha a gestação deste difícil milagre que é a vida. Uma gruta, talvez pouco digna, mas já com uma história extraordinária de dois milénios, onde cada um pode tomar o lugar que mais lhe convém. No centro, o Santíssimo exposto na nossa carne, no pão dos nossos sacrifícios e no vinho das nossas alegrias. Em redor, os anjos que cantam em todas as línguas. De joelhos, como Maria e José, com pastores e com magos, nós que O adoramos como nosso Senhor».
P. José Frazão, s.j.



quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Um presente para pedir a Deus


Peço pelo dom do discernimento nas escolhas que tenho de fazer ao longo do caminho.

Uma reflexão para o caminho
Ninguém, creio, gosta de pensar na sua viagem da vida como estando totalmente pré-determinada, avançando simplesmente ao longo de carris fixos até chegar ao destino há muito escolhido. É por isso que as encruzilhadas são importantes. São um espaço para parar, para pensar nas opções e para recomeçar a viagem no caminho que livremente escolheu. Mas se as encruzilhadas oferecem a escolha, elas também proporcionam a possibilidade de optar pela escolha errada. Numa encruzilhada, preciso de estar particularmente confiante na direção que quero tomar, no mapa que estou a usar para me guiar, ou no conselho que me é oferecido.
Uma fonte de encorajamento é a capacidade que temos de aprender com os nossos erros. Por isso é importante meditar, na oração, diante das encruzilhadas da sua vida em que vários caminhos se estendem à sua frente. Consegue recordar momentos em que tem agora a sensação de que escolheu bem? Como é que foi o processo de escolha? Talvez consiga também trazer à memória aqueles tempos em que hoje está certo de que escolheu mal. O que é que pensa que correu mal? O que é que a impediu de tomar um opção melhor?
Poucas das nossas opções são definitivas. A nossa fé assenta na confiança de que Deus tem a enorme capacidade de converter os erros em experiências que podem, a longo prazo, beneficiar-nos. Isto é apreendido na ideia medieval de "felix culpa", a "culpa feliz". Segundo esta conceção, até a história bíblica do pecado de Adão e Eva, que nos expulsou do Paraíso, se tornou a possibilidade para Deus enviar o seu Filho, que é o Emanuel, o Deus connosco.
Consegue discernir momentos em que Deus usou alguns dos seus erros para criar um bem maior na sua própria vida ou na vida das pessoas à sua volta?

Uma passagem bíblica para o caminho
No capítulo 10 do Evangelho segundo Marcos, Jesus encontra um homem rico que está à procura de um sentido mais profundo para a sua vida. O homem está precisamente numa encruzilhada, sem saber que caminho escolher. Como resultado da conversa, Jesus oferece-lhe a possibilidade de se tornar seu discípulo, mas também aponta algo que vai custar. Ele não pressiona o homem; a escolha é dele e só dele.
Ao ler essa passagem, tendemos a saltar para o fim, quando o homem rejeita o convite de Jesus porque implica abdicar da riqueza. Como resultado, vai-se embora triste, é-nos narrado. Mas sugiro que na oração de hoje medite na situação que é estar no interior da própria encruzilhada, no momento em que o homem ouve o convite e pondera no que há de responder. Nessa ocasião, Marcos oferece um detalhe significativo:
«Jesus, fitando nele o olhar, sentiu afeição por ele...» (Marcos 10, 21).
Como é que se sente ao experimentar o olhar amoroso que Jesus lhe lança a si quando está perante decisões que tem de tomar?

Palavras para a viagem
Senhor das encruzilhadas,
a minha vida pode parecer cheia de escolhas, grandes e pequenas.
Ajuda-me sempre a tomar as decisões
que conduzam, a mim e a outros, na tua direção.

P. Paul Nicholson
In An Advent pilgrimage, KM Publishing
Trad.: SNPC

domingo, 15 de dezembro de 2013

III Domingo de Advento

José, o homem bom que, no sonho, entrevê o mistério


No presépio (…), talvez um pouco retirado, ponhamos José. Enquanto Maria medita, ele sonha. É no sonho que ouve. É no sonho que compreende e decide. “Não temas”. E José deixa de temer. Toma Maria consigo. Bastar-lhe-á dispor as coisas ao Mistério. Entra nele como quem fica de fora. Respeita-o como quem está dentro. O que se passa no ventre de Maria e o que se passará na gruta do nascimento não poderia acontecer sem o seu sonho, a sua presença, a sua distância. José acompanha. E basta-lhe. Tão ajustado, a sua justiça comove-nos.
Peguemos, então, com José numa candeia acesa e iluminemos a escuridão da gruta. Aproximemos os animais para que tudo fique mais aconchegado. Preparemos os cânticos. Maria está grávida. Em breve dará à luz. O seu menino, o Filho, nos será dado, Ele, a nossa luz e a nossa paz. (…)
P. José Frazão Correia, sj

 Para Rezar em Família


LEITURA: Is 35, 1-6.10
1Alegrem-se o deserto e o descampado, rejubile e floresça a terra árida, cubra-se de flores como o narciso, exulte com brados de alegria. 2Ser-lhe-á dada a glória do Líbano, o esplendor do Carmelo e do Sáron. Verão a glória do Senhor, o esplendor do nosso Deus.
 3Fortalecei as mãos fatigadas e robustecei os joelhos vacilantes. 4Dizei aos corações perturbados: «Tende coragem, não temais: Aí está o vosso Deus, vem para fazer justiça e dar a recompensa. Ele próprio vem salvar-vos.» 5Então se abrirão os olhos dos cegos, e se desimpedirão os ouvidos dos surdos. 6Então o coxo saltará como um veado, e a língua do mudo cantará de alegria. 10Voltarão os que o Senhor libertar, hão-de chegar a Sião com brados de alegria, com eterna felicidade a iluminar-lhes o rosto. Reinarão o prazer e o contentamento, e acabarão a dor e os gemidos.

Eu serei o salvador de Sião e a glória de Jerusalém.  (Ant. 3- Laudes do III Domingo Advento)

REFLEXÃO
Esta é a terceira semana do Advento. Celebramos o domingo da alegria. Sim, o cristão não é contente, é alegre. O Homem cristão não se pode contentar com algo pequeno, com algo finito. O Ser-Humano é criado para o alto, para o infinito, para a eternidade. Pois bem, o Homem deve-se sentir nascido a cada dia para a mais alta dimensão humana e espiritual do seu Ser, que só reconhece a maior amplitude da sua Existência, em Jesus, a quem esperamos. Tomemos como exemplo a imagem de Maria.

Oração
Após a tua meditação pessoal, ou em grupo, faz uma pequena reflexão/ debate, acerca do papel e da figura de Maria na História da Salvação, na história da tua vocação como Homem e na história da tua fé. Maria é, sem dúvida, a maior testemunha da redenção que nos vem por Jesus.

É preciso aprender de Maria a disponibilidade total com que Ela recebeu Jesus na sua vida.
Papa Francisco

 «Esperar na Alegria» 

sábado, 14 de dezembro de 2013

S. João da Cruz

Hoje a Igreja celebra S. João da Cruz, Presbítero, Doutor da Igreja
deixamos uma palavrinha sobre a sua vida 


Nasceu em Fontiveros, na Espanha, em 1542. 
Seu pai era rico e casou com uma moça pobre e por isso foi deserdado. 
João entrou para o Carmelo com 21 anos, tomando o nome de João de São Matias. Em 1567, João tinha 25 anos e tinha sido recém- ordenado sacerdote, quando conheceu Santa Teresa que lhe propôs a reforma do ramo masculino do Carmelo (ela ja tinha iniciado a reforma feminina). João aceita a proposta e em 1568 inicia a reforma. 
Troca o nome para João da Cruz e passa a viver com outros freis na mais radical pobreza e contemplação. 
Mais tarde João foi preso, pelos antigos Carmelitas que não queriam a reforma.
Passou 9 meses na prisão, sendo tratado com extrema dureza. João costumava pedir a Deus três coisas: que Ele não o deixasse passar um só dia sem sofrimento, que não o deixasse morrer ocupando o cargo de superior e que lhe permitisse morrer humilhado e desprezado. João da Cruz morreu em 1591 com 49 anos de idade.

«Quando Tu me olhavas,
A sua graça em mim os Teus olhos imprimiam:
Por isso me amavas,
E nisso mereciam
Os meus olhos adorar o que em Ti viam».

(Canções entre a alma e o esposo)
S. João da Cruz 



terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Celebrar o Dom da Vida

Dia 8 de Dezembro

A Eucaristia em si mesma é acção de graças e todos os dias de aniversário são uma graça e um dom que o Senhor nos oferece gratuitamente. 
Tendo o privilégio de fazer anos no dia da Imaculada Conceição, a beleza é muito maior e a graça do dom da vida mais sentida. 
Foi bonito partilhar com o P. José Augusto Sousa o dia do seu aniversário na Eucaristia festiva, que reuniu a Comunidade, Família e amigos do P. Sousa.
Marcado pela alegria estava o seu rosto simpático, que nos ensina, encoraja e acompanha, nos momentos difíceis e também nos momentos de alegria.
Presidiu ainda, com júbilo, ao Batizado da Madalena, que e se tornou novo membro da Igreja como referiu o P. Sousa.
Foi portanto neste ambiente festivo, onde até a dança e a música Africana marcaram presença, que celebrámos a Solenidade da Imaculada Conceição de Nossa Senhora.
A seguir, a festa prosseguiu com um almoço partilhado, com a presença do Sr. Bispo D. Manuel Felício, onde não faltaram poemas, cantorias e um discurso muito sentido, simples mas verdadeiramente elucidativo da missão que o P. Sousa tem exercido na Paróquia, no Hospital da Cova da Beira, onde é capelão, e mesmo em  Moçambique, terras de missão. 
Finalmente todos pudemos, de coração agradecido, louvar o Senhor da Vida pelas maravilhas que opera em tudo e em todos. 
Cantai ao Senhor um cântico novo, o Senhor fez maravilhas! (salmo 97)
Alice Matos





domingo, 8 de dezembro de 2013

Solenidade da Imaculada Conceição de Maria

    
Chegou sem ser esperado, veio sem ter sido concebido. Só a mãe sabia que era filho de Deus. Só a mãe sabia que era filho do anúncio de Deus, na voz de um anjo. 

Só as mulheres, as mães, sabem o que é o verbo esperar. O género masculino não tem constância nem corpo para hospedar esperas. Sinto de novo a agravante de ignorar fisicamente a voz do verbo esperar. Não por impaciência, mas por falta de capacidade: nem mesmo durante as febres de malária me acontecia recorrer ao repertório das fantasias de me curar, de estar à espera de.

Nos despertares matutinos ao folhear Isaías leio: «Felizes aqueles que o esperam» (Is 30,18). Mas mais forte do que esta notícia, no mesmo versículo está escrito «Por isso esperará Deus para vos fazer misericórdia». Existe uma primeira espera, que espera por Deus e tem o mesmo verbo hebraico. Na sua redução à forma da espécie humana, o Seu tempo infinito contrai-se no finito de uma espera. Deus espera: «para vos fazer misericórdia».

O tempo de Advento vive desta imitação, defronte à eternidade de um Deus que aceita fazer-se tempo, irrompendo no mundo em meses estabelecidos com nascimento, morte e ressurreição.

Quem tem no seu corpo os recursos para conceber esperas, conhece do versículo de Isaías a imensidade da correspondente espera de Deus.

 Erri de Luca in Caroço de Azeitona (adpt)



II Domingo de Advento

REZAR EM TEMPO DE ADVENTO


Como é fácil, Senhor Jesus,
Daqui, de ao pé da tua Cruz,
Avistar a paisagem do Advento,
Compreender-lhe a mensagem,
Respirar-lhe o alento.

Daqui, de ao pé da tua Cruz de Luz,
Sem dúvida o lugar mais alto do mundo,
Mais alto e mais profundo,
Vê-se bem, com toda a claridade,
Que a lonjura do Advento não é horizontal.
Eleva-se em altura.
Como a tua túnica tecida de Alto-a-baixo,
Vertical,
E sem costura.

Tu vens do Alto, Senhor.
Tu vens de Deus.
Tu és Deus.
Tu és o Justo
Que chove das alturas
Sobre a nossa humanidade sedenta e às escuras.

Vem, Senhor Jesus,
Alumia e rega a nossa terra dura,
Acaricia o nosso humilde chão
E modela com as tuas mãos de amor
Em cada um de nós
Um novo coração
Capaz de ver.
Capaz de Te ver
Nascer
Em cada irmão.

D. António Couto


segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

PREGÃO DE ADVENTO

Anuncio-vos que começou o Advento.
Alçai a vista, esfregai os olhos, observai o horizonte.
Dai conta do momento. Apurai o ouvido.
Captai os gritos e sussurros, o vento, a vida...

Começamos o Advento,
e uma vez mais renasce a esperança no horizonte.
Ao fundo, já clareando, o Natal.
Um Natal sossegado, íntimo, pacífico,
fraternal, solidário, encarnado,
também superficial, desgarrado, violento...;
mas sempre casado com a esperança.

É Advento, essa criança esperança
que todos levamos, sem saber como, nas entranhas;
uma chama tremelicante, impossível de apagar,
que atravessa a espessura dos tempos;
um caminho de solidaridade bem percorrido;
a alegria contida em cada trajecto;
umas marcas que não enganam;
uma gestação cheia de vida;
anúncio contido de boa nova;
uma ternura que transborda...
Estai alerta e escutai.
Cheio de esperança grita Isaías:
«Caminhemos à luz do Senhor» .
Com esperança apregoa João Baptista:
«Convertei-vos, porque já chega o reino de Deus».
Com a esperança de todos os pobres de Israel,
de todos os pobres do mundo,
sussurra Maria a sua palavra de acolhimento:
«Faça-se em mim segundo a tua palavra» .
Alegrai-vos, saltai de júbilo.
Vesti o vosso melhor traje.
Perfumai-vos com perfumes caros. Que se note!
Deus vem. Avivai a alegria, paz e esperança.
Preparai o caminho. Já chega o nosso Salvador.
Deus vem... e está à porta.
Despertai para a vida! 

                   Ulibarri, Fl


Os desafios pastorais da família no contexto da evangelização

https://app.yesware.com/t/62e18eefa07f6626a058e3c9c75bc7e9963a7aaf/54a09103bae6e67c2ec8896ef4ae1d91/spacer.gif

Documento preparatório da III Assembleia Geral Extraordinária 
do Sínodo dos Bispos sobre o tema
 "DESAFIOS PASTORAIS DA FAMÍLIA NO CONTEXTO DA EVANGELIZAÇÃO" 

O Papa Francisco proclamou a III Assembleia Geral Extraordinária do Sínodo dos Bispos, que terá lugar no Vaticano de 5 a 19 de Outubro de 2014 sobre o tema: «Os desafios pastorais da família no contexto da evangelização».
Para preparar esta Assembleia, o Papa convida todos os cristãos a responder ao inquérito sobre a realidade familiar.
Para dar seguimento a esta consulta, a Pastoral Familiar do Patriarcado de Lisboa disponibilizou no seu site, em http://familia.patriarcado-lisboa.pt/sinodofamilia, o referido questionário.
Assim, convidamos todos os paroquianos a darem o seu contributo.

O questionário estará disponível até 8 de Dezembro de 2013.


Márcio Gomes