Uma Luz, figura de Cristo, se levanta sobre Jerusalém como nos diz a primeira leitura deste dia, o dia da Epifania ou dia dos Reis Magos. O Verbo de Deus feito carne, a imensidade de Deus, de quem tudo procede, como lemos no Evangelho de S. João do dia de Natal, se concentra num ponto do espaço, para, daí, encher todo o Universo. E nem sequer é de Jerusalém, a capital de Israel que esta Luz irradia, mas de Belém, a cidade de David, uma cidade insignificante, naquele tempo. A Luz de Cristo ilumina toda a terra, é Mensagem de Natal!
Ao encontro desta Luz, se puseram a caminho todas as nações da terra, representadas por três homens a que a tradição cristã chama, respectivamente: Gaspar (um jovem ainda imberbe e corado, vindo de África), Melchior (um velho encanecido, de longa barba, que vinha da Ásia) e Baltazar (um homem maduro, de barba espessa, procedente da Europa). Homens, representantes de diversos continentes e símbolos das três idades da vida, todos vêm ao encontro do Senhor.
Encontramos toda esta história, narrada por S. Mateus, na liturgia deste tempo do Natal e especialmente no Evangelho que também é proclamado no dia de hoje. A Luz de Deus assumiu um rosto humano que podemos reconhecer no rosto daquele Menino de Belém, que sorri para nós. A Palavra de Deus é verdadeiramente divina, quando se esconde nas palavras dos homens! Ela tem lugar nas nossas vidas, na nova história que nós escrevemos no decorrer da nossa vida e das escolhas que fazemos.
E, agora, não temos outra alternativa senão caminharmos para essa Luz como os Magos, a Luz que nos pode esclarecer nas nossas dúvidas de fé e ajudar a vencer todas as resistências, que se atravancam nos caminhos da vida. São os muitos Herodes a desviarem-nos do verdadeiro caminho. Mas a estrela não nos falta com a sua Luz!
E, antes de regressarmos a nossa casa, iluminados por essa Luz, que vamos nós oferecer ao Menino, como Gaspar, Melchior e Baltazar? : acolher na vida o que é belo e bom; abrir todo o nosso ser e capacidades para reconhecer Deus como origem de todo o bem; manifestar a nossa alegria cristã, porque ela é companheira dum grande sentimento de paz; partilhar com o Menino aquilo que recebemos d’Ele para o podermos partilhar também com os outros; partilhar o nosso amor com todos os homens, sem excepção de ninguém.
Partilhar a alegria, abençoar, dizer bem e não dizer mal são o ouro, o incenso e a mirra que eu quero colocar aos pés do Menino durante todo este ano 2010.
Boas Festas
P. José Augusto Alves de Sousa S. J.
Ao encontro desta Luz, se puseram a caminho todas as nações da terra, representadas por três homens a que a tradição cristã chama, respectivamente: Gaspar (um jovem ainda imberbe e corado, vindo de África), Melchior (um velho encanecido, de longa barba, que vinha da Ásia) e Baltazar (um homem maduro, de barba espessa, procedente da Europa). Homens, representantes de diversos continentes e símbolos das três idades da vida, todos vêm ao encontro do Senhor.
Encontramos toda esta história, narrada por S. Mateus, na liturgia deste tempo do Natal e especialmente no Evangelho que também é proclamado no dia de hoje. A Luz de Deus assumiu um rosto humano que podemos reconhecer no rosto daquele Menino de Belém, que sorri para nós. A Palavra de Deus é verdadeiramente divina, quando se esconde nas palavras dos homens! Ela tem lugar nas nossas vidas, na nova história que nós escrevemos no decorrer da nossa vida e das escolhas que fazemos.
E, agora, não temos outra alternativa senão caminharmos para essa Luz como os Magos, a Luz que nos pode esclarecer nas nossas dúvidas de fé e ajudar a vencer todas as resistências, que se atravancam nos caminhos da vida. São os muitos Herodes a desviarem-nos do verdadeiro caminho. Mas a estrela não nos falta com a sua Luz!
E, antes de regressarmos a nossa casa, iluminados por essa Luz, que vamos nós oferecer ao Menino, como Gaspar, Melchior e Baltazar? : acolher na vida o que é belo e bom; abrir todo o nosso ser e capacidades para reconhecer Deus como origem de todo o bem; manifestar a nossa alegria cristã, porque ela é companheira dum grande sentimento de paz; partilhar com o Menino aquilo que recebemos d’Ele para o podermos partilhar também com os outros; partilhar o nosso amor com todos os homens, sem excepção de ninguém.
Partilhar a alegria, abençoar, dizer bem e não dizer mal são o ouro, o incenso e a mirra que eu quero colocar aos pés do Menino durante todo este ano 2010.
Boas Festas
P. José Augusto Alves de Sousa S. J.










Todos os dias são lindos para quem comemora o seu aniversário, mas quando se tem o privilégio de coincidir esse dia com o de Nossa Senhora, Padroeira de Portugal, a beleza é muito maior e a graça muito mais extraordinária.



