terça-feira, 27 de abril de 2010

O Senhor é meu Pastor, nada me falta!


No passado Domingo, dia 25 de Abril, a Comunidade Paroquial de S. Pedro festejou o Domingo do Bom Pastor.A Celebração Eucarística das 11h30 foi presidida pelo Pároco Pe. Francisco Rodrigues e concelebrada pelos Padres Sousa e Hermínio e constituiu o ponto alto da festa do Bom Pastor.
Aproveitámos a liturgia do 4º Domingo da Páscoa para realçar o papel dos padres da Comunidade Jesuíta da Covilhã simbolizados nos Sacerdotes que concelebraram. Eles são na verdade, junto com o Padre Cavaleiro que no momento não pode estar presente, os pastores que vão guiando as suas ovelhas – nós - , que nos levam pelos melhores caminhos e que nos ajudam nas dificuldades e nas dúvidas. Disso foi sinal claro a eloquente Homilia proferida pelo Pe. Sousa.Foi realçado o serviço que cada um de nós, paroquianos, deve prestar à comunidade, no exemplo dado pelos quatro novos Ministros Extraordinários da Comunhão que foram publicamente apresentados. Recentemente fizeram a sua preparação para este serviço na sede da nossa Diocese, na Guarda.
No final da Celebração houve ainda oportunidade de festejar o dom da Vida no gesto, já usual no último domingo de cada mês, de o nosso Pároco abençoar os paroquianos que, nesse mês, festejaram o seu aniversário (de nascimento, de Baptismo, de Matrimónio).
E, na simples oferta de um modesto ramo de flores a cada um dos Sacerdotes, procurámos demonstrar a nossa gratidão aos Pastores que se dão, ao longo do ano, para nos conduzirem.
Depois fomos todos festejar na “Bar…Carola”.
INFORMAÇÕES ÚTEIS
  • Já estão abertas as inscrições para os Exercícios Espirituais orientados pelo Padre Hermínio Vitorino. Estes terão lugar no Seminário de Tortosendo, de 30 de Abril a 2 de Maio.
  • No próximo dia 1 de Maio, pelas 18:30, na Capela de S. João de Malta, inicia o Mês de Maria, com a oração do terço, comunhão e bênção do Santíssimo. A Procissão de Nossa Senhora de Fátima será no dia 13 de Maio. O restante programa será semelhante ao de anos anteriores.
  • A caminhada jovem –nocturna- realizar-se-á no dia 21 de Maio com programa a definir.
  • Ao contrário do que está estabelecido no programa anual das nossas actividades, no próximo sábado, dia 1 de Maio, não haverá catequese, assim, não haverá também a habitual missa da catequese.
  • No dia 28 de Abril, pelas 21:15, haverá reunião para os encarregados de educação dos catequizandos que frequentam o 8º ano e se preparam para celebrar a Festa da Vida.
  • No dia 6 de Maio pelas 21:15, haverá reunião para os encarregados de educação dos catequizandos que frequentam 0 5º ano e se preparam para celebrar a Festa do Credo.
  • A presença dos encarregados de educação nestas reuniões é obrigatória.

domingo, 18 de abril de 2010

III Domingo de Páscoa


Vida com Cristo Ressuscitado... EE-306 - Deixemo-nos conduzir esta semana por Inácio de Loyola, algumas pistas de oração para esta semana...

Pedir como Graça: Alegrar-me e gozar intensamente a presença de Cristo ressuscitado na minha vida.

1- O regresso à vida normal...
Vou/vamos pescar… eram pescadores... o vazio de uma noite de trabalho - as contrariedades da vida assumidas... as dificuldades em reconhecer Jesus
A força de uma presença e de uma palavra: «Lançai as redes…»

Que me propõe hoje Jesus? Que redes me pede para lançar?

2- Uma visão penetrante: É o Senhor...
A refeição: dom de Jesus, mas também trabalho dos apóstolos...
Um conhecimento implícito e silencioso... um "gozar" com a presença do outro... EE 224

Qual o lugar da amizade na nossa vida... nas nossas comunidades?
Meditar na minha capacidade/disponibilidade de "perder" tempo com o outro!


3 - Perguntas a Simão Pedro... «Simão, filho de João, tu amas-me?»

Perguntas sobre o amor, Pedro começa a compreender o lava-pés... a tripla interrogação e afirmação… contrastando com a tripla negação...
Tu segue-Me... missão confirmada no amor e na fé.

Que caminhos novos me indica o Senhor Ressuscitado hoje?
Reflectir para tirar proveito. ( EE 106)

segunda-feira, 12 de abril de 2010

A Comunidade

"Meu Senhor e meu Deus!".

A Comunidade insegura e frágil, dominada pelo medo, Estrutura-se ao redor de Cristo e d’Ele recebe a vida que permite enfrentar as dificuldades e as perseguições.
Na Comunidade encontramos as provas de que Jesus está vivo.

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Ressuscitou!

Porque buscais entre os mortos O que vive? Não está aqui… Ressuscitou! Lc. 24, 5-6


Diante do sepulcro vazio, compreendemos melhor, que a morte não venceu e que Jesus continua vivo.


Os Padres Jesuítas da comunidade
Paroquial de S. Pedro desejam a todos
Uma PÁSCOA cheia de Alegria.

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Sexta-feira Santa


SEXTA-FEIRA SANTA

A MORTE DE CRISTO E A NOSSA MORTE

MORTE QUE INVOCA A VIDA


“Deus não fez a morte. Ele não se alegra com a perda dos vivos" (Livro da Sabedoria, 1.13-14).
“A vida não acaba, apenas se transforma” (Liturgia dos defuntos).

Estas palavras e o dia de Sexta - Feira Santa que se aproxima inspiraram-me a seguinte meditação sobre a morte de Cristo e a nossa morte:
Cristo morreu e ressuscitou e nós morreremos e ressuscitaremos com Ele. Podemos, pois, cantar um hino à vitória da vida sobre a morte como tão bem o soube cantar o Apóstolo Paulo: “ó morte onde está a tua vitória? ó morte, onde está teu aguilhão? A vida venceu a morte”... Em Cristo, deixamos de estar sob o domínio de forças obscuras, as forças da morte, e passamos a saborear a presença nova de Cristo que é “poder de ressurreição” - um poder que “actua em nós, os crentes” (Ef.1,19) e que nos faz participar, já aqui e agora, na vida eterna da Ressurreição. É certo que morremos, mas em Cristo e com Cristo: a vida venceu a morte, a morte invoca a vida.
Aparentemente, a morte aparece como um malogro, mas não é um malogro. Convive com a nossa vida, ajuda-nos a lutar pela vida. Bento XVI na Encíclica Spes Salvi diz: “com a morte diante dos olhos, a questão do significado da vida torna-se inevitável”
Morremos dia a dia: antes éramos crianças, agora somos jovens e adultos, sempre a caminho, não do fim, mas dum novo começo: “Aquilo que a lagarta chama fim do mundo, o homem chama borboleta” (Richard Bach). São as nossas células que morrem para viver de outro modo. A lagarta metamorfoseada em borboleta é símbolo da Ressurreição.
Gostaríamos de viver o mais longamente possível. Mas nem tudo aquilo que a nós parece vida é realmente vida. Por isso, os amigos da cruz de Cristo são chamados a renunciar àquilo que não é vida, mas é morte. Mortificar significa isso mesmo, morrer. Nós queremos viver, não morrer, mas há coisas às quais somos chamados a morrer, ao nosso “ego” e ao poder de domínio. Tudo o que há de egoísmo em nós deve morrer. Paulo diz que esta é a única escola sapiente: “a nossa pátria está nos céus e espera-nos a transfiguração do nosso corpo” (Fil.3,5). Fiel ao pensamento bíblico, o Apóstolo não fala de aniquilamento do corpo, como, pelo contrário, afirmava a filosofia grega, mas sim de uma “metamorfose” de toda a pessoa que se torna conforme ao corpo glorioso de Cristo: “semeado corruptível, o corpo se torna incorruptível; semeado na fraqueza, é ressuscitado cheio de força, semeado corpo terreno é ressuscitado corpo espiritual” (1 Cor. 15, 42ss).
Unidos a Cristo, exorcizamos o medo à morte e vencemos o medo daquela morte que não invoca a vida. Esta é uma tarefa exaltante, porque, avançando por entre luzes e sombras, levamos connosco a confiança duma vitória da vida sobre a morte, o último inimigo a ser vencido, como diz Paulo. A morte que não invoca a vida pode causar medo, desespero e ser a causa de outros medos. Mahatma Ghandhi diz “Quem vence o medo da morte vence todos os outros medos”: o medo do sofrimento, da doença, o medo de virmos a perder aqueles e aquelas que amamos.
Ser testemunha da morte daqueles que nos são queridos é uma dura prova. A morte dos outros nos reenvia à nossa própria morte e àquelas questões que espontaneamente nos pomos: porquê a morte? Haverá vida depois de morte ou será ela um fim absoluto? Por detrás destas perguntas, emerge o desejo de viver, a necessidade radical de se ser feliz no amor, de viver deste amor. Nos evangelhos, a morte está muito presente: a morte de Lázaro, o amigo de Jesus, a morte da filha de Jairo... De cada vez que há uma morte, vemos quanto Jesus se impressiona, chora. Chorou diante da morte de seu amigo Lázaro e compadeceu-se dos seus familiares. Jesus faz com que Lázaro volte à vida: “ele dorme”, “Lázaro levanta-te!”.
E, depois, há a Sua própria morte tão terrível que O faz gritar : «Pai faz que este cálice se afaste de mim». As narrações da Paixão não nos ocultam nada deste doloroso calvário que foi o de Jesus. Como um grande doente que, dia após dia, se extingue, assim Jesus morre lentamente nos sofrimentos mais atrozes, rodeado da sua família e dos seus amigos: «Meu Deus, meu Deus, porque me abandonaste (Mt. 27,46ss). Mas os evangelhos sublinham também a intensa dignidade desta morte. Jesus impõe-se pela sua coragem e pela dignidade de que Ele dá testemunho: “verdadeiramente este homem era o filho de Deus” (Marc, 15 39) dirá o centurião. Esta maneira de morrer é mais do que um convite à esperança. É o último testemunho d’Aquele que sabia para onde a morte O conduzia. Há na morte de Cristo, a certeza duma secreta vitória.
Nas horas, semanas e dias que precedem estes momentos cruciais há a preocupação de encontrar um sentido para a toda existência. Linguagem silenciosa que acolhe o outro. Nada temos para dizer, a não ser um toque suave, afectivo que vale por mil palavras. Quando vivemos da certeza de que a morte invoca a vida, chama pela vida, então o nosso luto se transformará num gozo sereno e suave que consolará em tempo de luto.
P. José Augusto Alves de Sousa, sj

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Quinta-feira Santa


Como anunciar o amor
a não ser amando?
Como anunciar a vida
em abundância
a não ser vivendo plenamente?
E o que é amar?
O que é viver?
Só olhando para Jesus
teremos a resposta.

segunda-feira, 29 de março de 2010

Oração a Maria, Mãe de Jesus


É difícil dizer sim, Querida Mãe,
Santa Maria, Senhora da Anunciação, Senhora das Dores
Senhora, sempre querida com um Amor infinito,
pelo grande projecto de Deus!...

Mãe querida, do Sim e do silêncio junto à cruz do Teu Filho,
Ajuda-me a dizer sim, também nos momentos de angústia, de sofrimento,
de dor, de incompreensão, de perseguição, de morte, de desafios…

Virgem da noite, Mãe da compaixão:
Nós te imploramos, que fiques perto de nós,
quando impera a dor e irrompe a provação,
quando sopra o vento do desespero,
quando domina o céu negro das angústias,
quando nos arrefece o frio das desilusões
e quando sobrevoa a asa severa da morte.

Liberta-nos do terror das trevas
na hora do nosso Calvário,
Tu, ó Virgem da noite, Mãe da compaixão:
enche de presenças amigas e discretas
o tempo amargo de quem se encontra só.

Preserva de todo o mal os nossos entes queridos
e conforta aqueles que perderam a o sentido
confiança na vida.
Tu, ó Virgem da noite, Mãe da compaixão:
não nos deixes sozinhos, com os nossos medos.
Contigo ao nosso lado, então, sim,
despertaremos juntos para aurora do dia sem fim,
na Páscoa gloriosa do Teu Filho Jesus! Ámen!

(P. Hermínio Vitorino sj
Adaptado a partir de “Entrai na alegria, Orações
pela vida na hora da passagem, Ed. Paulinas)

domingo, 28 de março de 2010

Domingo de Ramos



Jesus percebeu que a vontade do Pai era que se dirigisse para Jerusalém e confrontasse o povo Judeu com a chegada do Messias. Então, pediu aos discípulos que fossem a certo lugar e preparassem a Ceia da Páscoa. Pediu-lhes também que trouxessem um jumentinho para entrar em Jerusalém, do modo como o profeta tinha dito que o Messias havia de chegar: “O teu rei vem ter contigo! Vem humilde, montado num jumentinho”. Quando Jesus Se aproximou de Jerusalém, as pessoas perceberam o Seu sinal e receberam-n’O como o verdadeiro rei, cantando cânticos de glória e abanando ramos das árvores. Assim se festejava na altura.
É esta entrada de Jesus que hoje celebramos, este gesto de coragem de Jesus de anunciar a Verdade aos homens e não Se esconder, entregando-Se à morte, e morte de Cruz. Morte para nos salvar, nascimento para a vida eterna. Jesus afirma que é o Messias, o Salvador dos homens, o verdadeiro rei tão esperado.

terça-feira, 23 de março de 2010

V Domingo da Quaresma


“O amor tudo desculpa!” (I Cor.3,7)


Um simples risco no chão, transforma pedras em perdão. A sentença de Jesus põe fim ao julgamento popular de uma mulher indefesa, num crime público, e em directo, de que aliás, se desconhece o principal cúmplice. Em vez da justiça que vem da Lei, escrita em tábuas de pedra, Jesus escreve com o dedo no chão, e dita a sentença cordial: «Quem de entre vós estiver sem pecado, atire a primeira pedra» (Jo.8,7). Depois, a sós, com a mulher, Jesus não ignora o pecado, mas vê com amor toda a miséria e toda a sua dor. E por isso, a oferta do perdão, destina-se a abrir-lhe um caminho novo, a oferecer uma nova oportunidade, numa espécie de nova criação: «Nem eu te condeno. Vai e não voltes a pecar» (Jo.8,11).
Informações
  • Na próxima quarta-feira, dia 24, pelas 21:00, haverá confissões quaresmais na nossa Igreja de S. Tiago. Este momento será antecedido por um exame de consciência preparado por um grupo de jovens. Depois deste, vários sacerdotes estarão disponíveis para atender em confissão. Encoraja-se todas as pessoas a viverem este encontro de reconciliação com Deus através do sacramento da reconciliação.
  • Na próxima quarta-feira, dia 24, não haverá curso Bíblico.

  • Na próxima sexta-feira, dia 26, a Via-sacra será às 14:30.
  • Operação Limpeza. Na próxima sexta-feira far-se-á uma limpeza geral e mais profunda na nossa Igreja e todas as dependências anexas. Pede-se a todas as pessoas que puderem o favor de se disponibilizarem para este serviço à comunidade. Operação limpeza será na sexta-feira, a partir das 15:30. Mais informações, por favor dirija-se à secretaria.
  • Na próxima sexta-feira, dia 26, haverá a última conferência quaresmal. A mesma conferência subordinada ao ano sacerdotal que estamos a viver, será proferida pelo Sr. Bispo, D. Manuel Felício. Terá lugar na nossa Igreja de S. Tiago, sala Inácio de Loyola.

  • No próximo sábado, dia 27, a catequese será vivida em ambiente de celebração de Ramos. Assim, das 15:00 às 18:00 haverá três sacerdotes disponíveis para atender os catequizandos e familiares em confissão. Pelas 18:00 será celebrada a Eucaristia depois da qual será vivida a paixão de Jesus de um modo encenado. Todos os pais e demais familiares dos catequizandos que frequentam a catequese em S. Tiago, são convidados a participarem nestas celebrações centrais da nossa fé. O ensaio para esta celebração terá lugar na nossa igreja na quinta-feira, a partir das 18:00.
  • No próximo domingo, dia 28, haverá mais um encontro quaresmal destinado a jovens.
  • Na quarta-feira, dia 31 será vivida a Ceia Hebraica em ambiente de oração. Uma vez que o número de participantes será limitado, deve ser feita uma inscrição. Para mais informações, contacte a secretaria.

  • Páscoa, tempo de embelezar os altares também com flores. Estes arranjos serão feitos na medida em que as pessoas colaborarem para aquisição das flores.

sábado, 13 de março de 2010

Eu sabia que voltarias a casa...


Eu sonhei tanto, que nos voltaríamos a encontrar,
Nunca duvidei de ti, sabia que voltarias.
Suspirei muito para que ver o momento em que tu chegarias /regressarias
através de uma porta estreita,
Trazendo todo o amor que tínhamos partilhado.
Oh, estava seguro de ti, te amava tanto,
Esperava em ti, sabia que voltarias a casa.

Oh, eu estava certo de que voltarias a estar connosco:
Por fim, às vezes o meu coração te podia ver (avistar)!
Oh, eu estava seguro de ti, sentia-te, de certo modo, perto de mim.
Não via a hora de dizer-te rios de coisas para te consolar,
de ter-te apertado para te dar segurança e acolher-te nos meus braços.
No longo e silencioso momento em que aparecem as estrelas
comunicar-te o amor que te salvaguarda de todo o mal,
que te acolhe, te mantém seguro, guardando-te do medo
até que a solidão e a escuridão não tenham desaparecido.

Oh, eu te reclamei no meu coração,
buscando este tempo de solidão,
pois queria dizer-te que mesmo na escuridão o nosso amor cresceu.
Oh, eu estava seguro de que voltarias a estar de novo connosco,
às vezes o meu coração conseguia ver-te (avistar-te)!
Oh, eu estava seguro de ti, sentia-te, de certo modo, perto de mim.

Eu confiei em ti, te amei,
Acreditei em ti, (porque) sabia que voltarias a casa
Confiei em ti; sabia que voltarias a casa.

Tom McGuiness, sj