terça-feira, 21 de maio de 2013

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Informações úteis


No dia 2 de Junho (dia de Corpo de Deus), teremos a 1ª Comunhão, na Missa das 11:30. Os Pais dos Meninos e Meninas que fazem a 1ª Comunhão terão uma reunião no próximo sábado, dia 25 de Maio, às 16:00 horas.

Ainda a 2 de Junho, haverá a Procissão do Corpo de Deus, que, este ano, terminará em São Tiago. Na véspera, vamos precisar de flores e verduras para os tapetes em frente da Igreja – e, também, de voluntários para os decorar!... Solicita-se ajuda.

Como já toda a gente saberá, o Sr. Bispo, neste Ano da Fé, tem vindo a organizar Celebrações da Fé nos Arciprestados da Diocese. O objectivo é juntar todos os católicos (os que possam participar) numa numa grande e festiva manifestação conjunta de Fé cristã. No nosso caso, essa celebração vai ter lugar a 26 de Maio, e vai incluir a cerimónia do Crisma para as paróquias da cidade e arredores. Em vista desta participação conjunta de Padres e Leigos, nesse fim-de-semana, não haverá qualquer outra Missa dominical no Arciprestado. Quem não puder participar na celebração solene, fica dispensado do cumprimento do preceito dominical.

Como propostas de preparação espiritual para esta celebração, teremos: - na 6ª feira (24), haverá, em cada Paróquia, uma hora de adoração ao Santíssimo, a começar às 21horas; o Sábado (25), das 10 às 16, terá lugar, no Paul, um retiro aberto a toda a gente. [Quem quiser almoçar, deve inscrever-se]. À noite, às 21 h., na Igreja da SS. Trindade, realizar-se-á um concerto/oração. Ver programas à entrada da Igreja.

Especialmente para os Crismandos: no Sábado (25), a partir das 15 horas, terão possibilidade de se confessarem em S. Tiago; e às 17 horas, haverá ensaio geral da cerimónia do crisma, na ANIL. Para os outros, segue a catequese normal, mas não haverá a “Missa da catequese”.

Quanto ao Domingo, dia 26: às 14:30, será a concentração na Escola Pêro da Covilhã, para, às 15 horas, começar o cortejo em direcção à ANIL, onde terá lugar a Cerimónia que inclui Missa e Crisma.

 Na carta que pode ser lida à entrada da Igreja, diz o Sr. Bispo: “É concedida indulgência jubilar (plenária) a todos os que participarem nas acções desta jornada, se confessarem e tomarem parte na Eucaristia da concentração arciprestal, no dia 26, recebendo nela a Sagrada Comunhão”. 



domingo, 19 de maio de 2013

Solenidade de Pentecostes


O medo não habita a nossa casa
O medo transforma a nossa casa em fortaleza
Tranca portas e janelas
Esconde-se debaixo da mesa.

Mas vem Jesus e senta-nos à mesa
Começa a contar histórias e estrelas
Leva-nos até ao colo de Abraão, até à Criação,
Sopra sobre nós um vento novo,
Rasga uma estrada direitinha ao coração:
Chama-se Perdão, Espírito, Amor, Nova Criação.

Varrido para o canto da casa pelo vento,
Rapidamente todo o medo arde.
Ardem também bolsas, portas e paredes,
E surge um lume novo a arder dentro de nós
Mas esse não nos queima nem o podemos apagar.

Estamos lá tantos à roda desse vento, desse fogo,
Com esse vento, com esse fogo dentro,
Portugueses, russos, gregos e chineses,
Começamos a falar e tão bem nos entendemos,
Que custa a crer que tenhamos passaportes diferentes.

E afinal não temos.
Vendo melhor, maternais mãos invisíveis nos embalam,
Nos sustentam.
Sentimos que estamos a nascer de novo,
Percebemos que somos irmãos,
Filhos renascidos deste vento, deste lume.
E não é verdade que falamos,
Mas que alguém dentro de nós fala por nós,
Chama por Deus,
Como um menino pelo Pai.

D. António Couto

terça-feira, 14 de maio de 2013

Peregrinando com Maria


Saindo da capela de S. João de Malta, pelas 21 horas, seguia cheia de beleza imagem de Nossa Senhora,  enfeitada de cravos brancos. Centenas de pessoas estavam reunidas para esta procissão e todos pudemos rezar e contemplar Maria nos mistérios da sua vida.
Unidos na fé que se fortalece na alegria da celebração e iluminados por dezenas de velas, unimo-nos à Virgem Maria percorrendo com Ela as ruas da nossa cidade.
Como Igreja que deseja ser missionária e se sente chamada a anunciar o Evangelho em toda a parte e a transmitir a fé a todos os homens e mulheres, também em cada ano a nossa Comunidade, procura renovar este apelo de Maria mãe de Jesus: Levar Jesus aos outros e também levar os outros a Jesus!  
A.M.

 




segunda-feira, 6 de maio de 2013

VI Domingo da Páscoa - Todo AMOR vem do Pai

O Pai amou tanto o mundo, que lhe deu o Seu Filho Jesus



Jesus respondeu-lhe: «Se alguém Me ama, guardará a Minha palavra e Meu Pai o amará, e Nós viremos a ele, e faremos nele a Nossa morada. Quem não Me ama não observa as Minhas palavras. E a palavra que ouvistes não é Minha, mas do Pai que Me enviou. «Disse-vos estas coisas, estando convosco. Mas o Paráclito, o Espírito Santo, que o Pai enviará em Meu nome, vos ensinará todas as coisas, e vos recordará tudo o que vos disse. «Deixo-vos a paz, dou-vos a Minha paz; não vo-la dou como a dá o mundo. Não se perturbe o vosso coração, nem se assuste. Ouvistes que Eu vos disse: Vou e voltarei a vós. Se vós Me amásseis, certamente vos alegraríeis de Eu ir para o Pai, porque o Pai é maior do que Eu. Eu vo-lo disse agora, antes que aconteça, para que, quando acontecer, acrediteis.
Jo 14, 23-29

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Concerto - Dia da Mãe



No dia 5 de Maio - Domingo e Dia da Mãe - haverá às 21: 00 horas,  um concerto na Igreja de S. Tiago, pela Academia de Música e Dança do Fundão.

Tod@s são bem vindos 




domingo, 21 de abril de 2013

IV Domingo da Páscoa



«Disse Jesus: «As minhas ovelhas escutam a minha voz. Eu conheço as minhas ovelhas e elas seguem-Me. Eu dou-lhes a vida eterna e nunca hão-de perecer e ninguém as arrebatará da minha mão. Meu Pai, que Mas deu, é maior do que todos e ninguém pode arrebatar nada da mão do Pai. Eu e o Pai somos um só».


Na figura do Bom Pastor podemos ver um Deus que nos guia e nos conduz, nos reúne e conhece cada um pelo nome. Este Pastor é Jesus que dá a Vida e se oferece por nós.
Cristo Ressuscitado é o Pastor que dá a vida e é a porta para a vida… É necessário é saber distinguir a Sua voz no meio de tantas palavras, vozes e ruídos… E para a escutarmos precisamos de estar atentos à nossa voz interior.   
Necessitamos de recuperar a capacidade de escuta, ouvir a voz de Jesus e construir o lugar para a Sua mensagem na nossa vida. Só Ele satisfaz o desejo profundo de cada pessoa pois só Ele é Fonte da vida verdadeira e da felicidade que não terá fim.
Peçamos ao Senhor a graça de saber reconhecer a voz do Bom Pastor no meio de outras vozes que muitas vezes nos aparecem como alternativas de felicidade.

Eu conheço as minhas ovelhas e elas seguem-Me...


segunda-feira, 15 de abril de 2013

III Domingo da Páscoa


Algum tempo depois, Jesus apareceu outra vez aos discípulos, junto ao lago de Tiberíades, e manifestou-se deste modo:  estavam juntos  Simão Pedro, Tomé, a quem chamavam o Gémeo, Natanael, de Caná da Galileia, os filhos de Zebedeu e outros dois discípulos.  Disse-lhes Simão Pedro: «Vou pescar.» Eles responderam-lhe: «Nós também vamos contigo.» Saíram e subiram para o barco, mas naquela noite não apanharam nada.  Ao romper do dia, Jesus apresentou-se na margem, mas os discípulos não sabiam que era Ele.  Jesus disse-lhes, então: «Rapazes, tendes alguma coisa para comer?» Eles responderam-lhe: «Não.»  Disse-lhes Ele: «Lançai a rede para o lado direito do barco e haveis de encontrar.»
Lançaram-na e, devido à grande quantidade de peixes, já não tinham forças para a arrastar.  Então, o discípulo que Jesus amava disse a Pedro: «É o Senhor!» Simão Pedro, ao ouvir que era o Senhor, apertou a capa, porque estava sem mais roupa, e lançou-se à água.  Os outros discípulos vieram no barco, puxando a rede com os peixes; com efeito, não estavam longe da terra, mas apenas a uns noventa metros. 
Ao saltarem para terra, viram umas brasas preparadas com peixe em cima e pão.  Jesus disse-lhes: «Trazei dos peixes que apanhastes agora.» Simão Pedro subiu à barca e puxou a rede para terra, cheia de peixes grandes: cento e cinquenta e três. E, apesar de serem tantos, a rede não se rompeu. Disse-lhes Jesus: «Vinde almoçar.» E nenhum dos discípulos se atrevia a perguntar-lhe: «Quem és Tu?», porque bem sabiam que era o Senhor.  Jesus aproximou-se, tomou o pão e deu-lho, fazendo o mesmo com o peixe.
Esta já foi a terceira vez que Jesus apareceu aos seus discípulos, depois de ter ressuscitado dos mortos.
Depois de terem comido, Jesus perguntou a Simão Pedro: «Simão, filho de João, tu amas-me mais do que estes?» Pedro respondeu: «Sim, Senhor, Tu sabes que eu sou deveras teu amigo.» Jesus disse-lhe: «Apascenta os meus cordeiros.»  Voltou a perguntar-lhe uma segunda vez: «Simão, filho de João, tu amas-me?» Ele respondeu: «Sim, Senhor, Tu sabes que eu sou deveras teu amigo.» Jesus disse-lhe: «Apascenta as minhas ovelhas.»  E perguntou-lhe, pela terceira vez: «Simão, filho de João, tu és deveras meu amigo?» Pedro ficou triste por Jesus lhe ter perguntado, à terceira vez: 'Tu és deveras meu amigo?' Mas respondeu-lhe: «Senhor, Tu sabes tudo; Tu bem sabes que eu sou deveras teu amigo!» E Jesus disse-lhe: «Apascenta as minhas ovelhas.  Em verdade, em verdade te digo: quando eras mais novo, tu mesmo atavas o cinto e ias para onde querias; mas, quando fores velho, estenderás as mãos e outro te há-de atar o cinto e levar para onde não queres.» E disse isto para indicar o género de morte com que ele havia de dar glória a Deus. Depois destas palavras, acrescentou: «Segue-me!»
Jo 21, 1-19

domingo, 7 de abril de 2013

II Domingo da Páscoa




Tomé, um dos Doze, chamado Dídimo, não estava com eles quando veio Jesus. Disseram-lhe os outros discípulos: «Vimos o Senhor». Mas ele respondeu-lhes: «Se não vir nas suas mãos o sinal dos cravos, se não meter o dedo no lugar dos cravos e a mão no seu lado, não acreditarei». Oito dias depois, estavam os discípulos outra vez em casa e Tomé com eles. Veio Jesus, estando as portas fechadas, apresentou-Se no meio deles e disse: «A paz esteja convosco». Depois disse a Tomé: «Põe aqui o teu dedo e vê as minhas mãos; aproxima a tua mão e mete-a no meu lado; e não sejas incrédulo, mas crente». Tomé respondeu-Lhe: «Meu Senhor e meu Deus!». Disse-lhe Jesus: «Porque Me viste acreditaste: felizes os que acreditam sem terem visto».  (do Evangelho de S. João)

Viste o Senhor? Onde, quando, e quem o viu? A quem o conto?
É uma sorte e alívio que no Evangelho apareçam pessoas como Tomé, pessoas que duvidam, que têm dificuldades com a fé. É fácil identificarmo-nos com ele.
Às vezes a nossa fé quer certezas – ver e tocar -, convencer-nos pela própria experiência mais do que para outras pessoas.
Nesses momentos tranquilizar-nos-á recordar que “a fé é a capacidade de suportar as dúvidas”.
(Cardeal Newman)