domingo, 13 de novembro de 2016

Ano Jubilar da Misericórdia - Encerramento

«É meu vivo desejo que o povo cristão reflicta, durante o Jubileu, sobre as obras de misericórdia corporal e espiritual. Será uma maneira de acordar a nossa consciência, muitas vezes adormecida perante o drama da pobreza, e de entrar cada vez mais no coração do Evangelho, onde os pobres são os privilegiados da misericórdia divina. A pregação de Jesus apresenta-nos estas obras de misericórdia, para podermos perceber se vivemos ou não como seus discípulos. Redescubramos as obras de misericórdia…» 
PAPA FRANCISCO, Bula Misericordiae Vultus, 15


Encerrámos hoje o Ano Jubilar da Misericórdia, onde todos experimentámos a graça e a misericórdia do Senhor. 
Nesta celebração eucarística quisemos, em comunidade, manifestar o nosso de louvor e a nossa ação de graças, pelos dons que Ele nos concedeu e ainda e rezar pelos seminários, para que não faltem pastores segundo o coração de Cristo, movidos pela misericórdia de Deus.
Fomos convidados a aprofundar cada vez mais o conhecimento das obras de misericórdia a fim de que  que o Ano da Misericórdia, não acabe hoje mas continue a ser para a Comunidade um desafio para a vida. 

Obras de Misericórdia

ESPIRITUAIS:
1º Dar bom conselho
2º Ensinar os ignorantes
3º Corrigir os que erram
4º Consolar os tristes
5º Perdoar os que nos ofenderam
6º Sofrer com paciência as fraquezas do nosso próximo
7º Rezar pelos vivos e defuntos

CORPORAIS:
1º Dar de comer a quem tem fome
2º Dar de beber a quem tem sede
3º Vestir os nus
4º Dar pousada aos peregrinos
5º Assistir os enfermos
6º Visitar os presos
7º Enterrar os mortos

INFORMAÇÕES ÚTEIS
Na Sé Catedral da Guarda, o encerramento será na Eucaristia às 16.00 horas, presidida pelo Senhor Bispo.
No próximo sábado, dia 19, haverá a formação anual para os Ministro Extraordinários da Eucaristia. Será no Centro Cultural da Covilhã, com início às 10.00 horas e termina às 16.00 horas. 
Estão disponíveis as rifas para ajudar a nossa Paróquia. Quem desejar adquirir estas rifas dirija-se à Secretaria Paroquial ou à sacristia. Desde já muito obrigado. 


quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Publicações de Jesuítas

     “NAMASTÉ – A luz de Deus em mim saúda a luz de Deus em ti.” padre Paulo Teia, sj


“Namasté” não é mais um livro, muito menos um livro qualquer. É o registo de uma paixão por Deus e pela fotografia vivida entre «os mais pobres dos pobres» por terras indianas. Em 2014, Paulo Teia, apaixonado pelo mundo e pela vida, partiu para Calcutá e de lá para Ahmedabad, Surat, Tamil Nadu, Kerala, Goa e Bombaim. Foi ao encontro de Dalits e Adivasi, os que vivem para lá de todas as periferias e que gritam em silêncio através de sorrisos sofridos e olhares resignados.
Paulo Teia captou estas pessoas sem invadir o seu mundo. Surpreendeu-as com a objetiva e retratou o essencial de cada uma delas: as expressões sem filtro e sem disfarce que evidenciam bem o que é viver num mundo verdadeiramente ao lado do mundo.
Biografia do autor: Paulo Teia nasceu a 31 de maio de 1969, em Lisboa. É o primeiro de quatro irmãos. Viveu em Almada até aos seis anos. Passou parte da adolescência e juventude em Aveiro e Vila Nova de Gaia. Aos 18 anos ingressou na Universidade de Coimbra e conheceu os padres jesuítas. Descobriu a sua vocação aos 20 anos. Prosseguiu a formação na Companhia de Jesus, estudando Filosofia na Universidade Católica de Braga. Lecionou, durante dois anos, no Colégio das Caldinhas, em Santo Tirso. Fez os estudos teológicos em Madrid e Paris. Foi ordenado padre em 2002 e assumiu uma paróquia na margem sul do Tejo, acompanhando as famílias e crianças dos bairros sociais do Pragal. Onze anos depois de chegar ao Pragal, pediu um ano sabático em Madrid, Camboja e Índia. Esta experiência fora de Portugal despertou-lhe o desejo de partir para as missões. Em 2015, foi enviado para Moçambique. Desenvolve atividade pastoral em Tete. A fotografia acompanhou-o ao longo da vida como linguagem e como forma de expressão e sentir.

(O Padre Paulo Teia, esteve por diversas vezes na nossa Comunidade em trabalho e dando Exercícios Espirituais, alegramo-nos com ele e por ele)


domingo, 6 de novembro de 2016

XXXII Domingo Comum

1. Há quem diga que o mês de novembro é o mês dos mortos! No dia 1, muitas pessoas passaram pelos cemitérios, para recordar os que partiram antes de nós. Nesse dia e no dia seguinte, muitos realizaram um gesto de carinho, com os seus familiares e amigos: acenderam uma vela, puseram uma flor, rezaram um pouco! Com esses gestos simples, os amigos dizem aos amigos: “Tu estás sempre vivo no meu coração”. “Eu não te esqueço”. “Tu não morres, porque te amo”! Na verdade, “amar alguém, é dizer-lhe «Tu não morrerás»”. Se passarmos pelo cemitério veremos lápides, com frases semelhantes a estas. E, qualquer um de nós, tenho a certeza, se pudesse, restituiria a vida, a quem tanto amou e já partiu. Mas todos sabemos que este nosso grande “amor” é ainda assim muito pequenino e frágil; esta lembrança, esta saudade, não bastam, para não deixar morrer para sempre alguém, que partiu antes de nós. É preciso um amor mais forte do que a morte, para vencer a morte.

2. Jesus diz-nos que, para Deus, seu Pai, todos vivem! Só o Seu amor é mais forte do que a morte. O nosso Deus não é um Deus que vê os seus filhos morrer e vai ficando, cada vez mais, rodeado de mortos! Não. O nosso Deus não é um Deus de mortos, mas um Deus de vivos, porque para Ele todos vivem! Jesus diz-nos que o nosso Deus é amigo da vida e que dá vida aos seus amigos: não nos dá uma vida igual à que já temos, como quem prolonga a vida presente; não se trata menos ainda de uma vida de regresso ao passado. Não. A vida que Deus nos dá é uma vida nova, porque é uma vida transformada pelo Seu amor; é uma vida já sem dor, sem lamento. Esta é a vida futura dos filhos da ressurreição, dos filhos de Deus! Quem nos alcançou esta vitória da vida sobre a morte, foi Jesus, ao morrer como nós, para nos ressuscitar com Ele.

3. Mas, como assim? Como ressuscitam os mortos? São Paulo autoriza-nos a recorrer à imagem exemplar da semente e do seu fruto. Apesar de uma aparência diferente, entre a semente e o fruto, trata-se de uma mesma realidade, que ali estava escondida, mas que, uma vez lançada à terra, se manifesta em toda a sua beleza (Col 3,3).

Eis uma vida que não acaba, apenas se transforma! Assim também acontece com a ressurreição dos mortos. Graças ao poder de Deus, em dar vida, também a semente do nosso corpo, ganha, pela ressurreição, uma existência plena, nova! É algo de tão belo que já mais poderemos prever ou imaginar (cf. 1 Cor 5,42-44). Seremos como anjos, que refletem a luz de Deus!

Padre Amaro Gonçalo
Paróquia da Senhora da Hora (subsídios)


Calendário - mês de novembro


TERÇA-FEIRA DIA 1
Solenidade de todos os Santos
Missas às 9:00 - S. João de Malta
11:30 e 19:00 - S. Tiago

QUARTA-FEIRA DIA 2
Dia dos Fiéis defuntos
Missas às 9:00 - S. João de Malta
11:00 e 19:00 - S. Tiago

SÁBADO DIA 5
17:30 - Catequese
19:00 - Missa com a Catequese
Festa do acolhimento – 1º ano

DOMINGO DIA 6
Missas às 9:00 - S. João de Malta
11:30 e 19:00 - S. Tiago

SÁBADO DIA 12
17:30 - Catequese
19:00 - Missa com a Catequese

DOMINGO DIA 13
Missas às 9:00 - S. João de Malta
11:30 e 19:00 - S. Tiago

SÁBADO DIA 19
Solenidade de Cristo Rei
17:30 – Catequese
19:00 - Missa com a Catequese

DOMINGO DIA 20
Solenidade de Cristo Rei
Missas às 9:00 - S. João de Malta
11:30 e 19:00 - S. Tiago

SÁBADO DIA 26
I do Advento
17:30 – Catequese
19:00 - Missa com a Catequese

DOMINGO DIA 27
I do Advento
Missas às 9:00 - S. João de Malta
11:30 e 19:00 - S. Tiago